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É fato conhecido que Watchmen foi o divisor de águas para os quadrinhos adultos, além de redefinir o peso das Graphic Novels e elevar seu status como plataforma artística. Etambém que foi a obra que alçou definitivamente o barbudão Alan Moore ao posto de gênio fundamental da nona arte.
Genial o novo vídeo promocional para o Hellboy II- The Golden Army (do sensacional Guilhermo Del Toro), com certezaum dos filmes nerds mais esperados do ano.
Para quem não conhece, oActors Studioé um programa de televisão (vinculado a Actors Studio Drama School) comandado pelo carismático James Lipton, onde sem dúvida acontecem as melhores entrevistas relacionadas ao cinema. Recomendo.
Dica do Cardoso via Twitter
*Veja esse e mais três outros novos vídeos no Omelete
Na minha opinião um dos mais legais até agora. E provavelmente um dos últimos antes da estréia mundial confirmada para 18 de julho.
Batman – O Cavaleiro das Trevas promete ser o filme nerd do ano.
E tenho dito.
Ansiedade nerd suprema. Que chegue logo dia 18.
Via Omelete.
Muito bem desenhado o primeiro pôster do Burn After Reading, o novo filme dos irmãos Cohen, ganhadores do Oscar com “Onde os Fracos não têm vez”, e diretores do inesquecível Big Lebowski, entre outras obras primas.
A tipografia orgânica bem como essa “falsa simplicidade” nas cores e composição remetem aos áureos tempos do mestre Saul Bass, onde as peças transbordavam conceito e originalidade. Old school.
O elenco mais que estrelado tem nomes como Brad Pitt, Tilda Swinton, Frances McDormand (do excepcional Fargo, dos mesmos diretores), George Clooney e John Malkovich. E os Cohen parecem ter voltado a verve do humor negro, que é uma das melhores características do trabalho deles. O filme é inspirado no livro Burn Before Reading: Presidents, CIA Directors, and Secret Intelligence, escrito por um ex diretor da CIA.
Eu aposto que vai ser foda. E você?
Heima, que traduzido seria algo como “Terra Natal”, foi filmado em tom documental na Islândia no ano de 2006, durante uma série de shows surpresa dessa sensacional banda islandesa (que por sinal andava bem sumida). Além de estar sendo exibido no Youtube, o filme está disponível também para venda em DVD na Amazon, por uma merreca (apenas U$14). E vale cada centavo.
Mesclando inspiradíssimas apresentações ao vivo e entrevistas com os integrantes do Sigur Rós, ainda nos dá a oportunidade de conhecer as belas paisagens da Islândia, que por sinal tem uma geografia no mínimo impressionante. Fiquei com vontade de conhecer.
Confesso que ainda estou entopercido com a película, que foi dirigida por Dean Deblois, (fã do grupo, que já foi indicado ao Oscar por seu trabalho em Lilo & Stitch) e foi filmada usando somente islandeses na sua produção. Merecia ser exibido no cinema.
Imperdível (pelo menos para os fãs, como eu).
Faltando um ano para estréia de Watchmen (o provável filme nerd mais aguardado, menos pelo Alan Moore), o competente diretor Zack Snyder (300 de Esparta) resolveu presentear os fanboys com as primeiras fotos dos personagens na adaptação desse clássico obrigatório dos quadrinhos.
Muito nego já tá choramingando (nerds adoram reclamar), mas eu achei bem consistente a direção visual conferida aos figurinos/personagens.
O Roscharch (foto), talvez por ser o mais fácil de transpor, está perfeito, diria até assustador. O Ozymandias tá ridículo, mas ele também era nos quadrinhos. Ele sempre teve essa aura meio Clovis Bornay, e acho até que um personagem narcisista como ele pede algo mais nessa linha. Os demais não fedem nem cheiram, e acredito que esse punhado de fotos é muto pouco pra dizer se vai ser bom de fato, ou não. E confesso estar preocupado muito mais com a adaptação do roteiro, essa sim primordial.
Eu tenho fé no Zack Snyder, e acho que ele pode surpreender até o mais xiita dos fanboys com esse filme. To pagando pra ver.
Vi no Melhores do Mundo.
O que aconteceria se o mestre-supremo-grande-fodão Saul Bass tivesse feito a abertura do Star Wars?
Essa homenagem ao mestre foi feita por um estudante de videografismo pra um trabalho de graduação, usando e abusando do estilo retrô (inclusive do tema musical jazzy) e tomando emprestado toda a estética característica desse ícone do design.
Para os desavisados, Saul Bass (Nova York, *1920 – †1996) foi um dos melhores artistas gráficos (cineasta, designer e diretor de arte) de todos os tempos.
E de longe, o meu favorito.
Ele ousou ser multimídia em uma época que nem sabiam o que era isso: fez capas de livros, pôsteres, ilustrava, e principalmente foi o melhor no que o consagrou: suas vinhetas (mais conhecidas como aberturas) para cinema. Na minha humilde opinião, ele é simplesmente o pai do videografismo conceitual.
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Seus trabalhos mais famosos foram pôsteres e vinhetas pros filmes de mestres do calibre de Alfred Hitchcock, Otto Preminger, Martin Scorcese e Stanley Kubrick. Também fez cartazes para musicais da Broadway (como o belíssimo do West Side History), festas do Oscar e afins. Pouco tempo atrás descobri até um livro infantil genialmente desenhado por ele. Isso sem contar as marcas famosas que ele desenvolveu, como Quaker, Bell, Warner (antes de se tornar Time Warner), United Airlines, Minolta e AT&T, entre outras.
O que elevou Saul Bass ao status de um semideus, e cravou seu trabalho como referência do bom desenho foi um fator primal do design, que hoje é muito colocado a segundo plano: a SIMPLICIDADE.
Nada de firulinhas, seu trabalho era embasado no conceito, sendo essencialmente comunicativo e ousado. Primava pelo espaço branco arejado e fluído, com uma linha de leitura milimetricamente projetada a serviço da informação. Seu traço e estilo peculiares, aliados a suas experimentações tipográficas, tornaram seu trabalho único e inconfundível.
Abaixo, um trabalho que é um dos meus favoritos: a vinheta dele para o filme “The Man With the Golden Arm”, de Otto Preminger.
Quando crescer quero ser igual a ele. E tenho dito.
Descobri a vinheta no (essencial) Drawn!. Outros trabalhos dele nessa retrospectiva bacana feita por Eric Laing. E para saber mais sobre o artista, é so visitar a página dele do Design Museum.
Mais do que recomendado.
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