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Casa de ferreiro, espeto de pau.
Justo eu que sempre cobrei tanto meus alunos, tenho sido o mais indisciplinado na hora de botar o grafite no papel (ou caneta na tablet, que seja). E nesse processo de voltar a rabiscar resolvi tentar um novo jeito de publicar os desenhos: de agora em diante vou postar slides mostrando um pouco do processo.
O escolhido pra debutar essa nova fase de rabiscação foi um dos meus personagem favoritos: o Demolidor, conhecido como “o homem sem medo”, personagem criado em 1964 por Stan Lee e Bill Everett, mas que teve seus anos dourados nas mãos de Frank Miller (quando ainda não era gagá). Mais recentemente o chifrudo teve ótimas histórias nas mãos de dois times criativos que revitalizaram o personagem e lhe devolveram o merecido destaque pela crítica: Kevin Smith/Joe Quesada e Brian Bendis/Alex Maleev (em um dos melhores arcos que eu já li). Mais que recomendo, mesmo pra quem não é fã.
(hey Panini, cadê o encadernado?)
Mais pra frente também vou mostrar aqui a criação de alguns personagens nos quais estou trabalhando, já que a idéía é voltar a produzir quadrinhos nas poucas horas vagas que me restam. E reza a lenda vou aproveitar pra terminar os meus desenhos inacabados.
No mais, em breve vou inaugurar um blog coletivo com alguns amigos ilustradores, com dois temas/propostas diferentes por mês (quem quiser participar basta se manifestar nos comentários). Mais notícias desse projeto em breve. Vai ser bacana
É fato conhecido que Watchmen foi o divisor de águas para os quadrinhos adultos, além de redefinir o peso das Graphic Novels e elevar seu status como plataforma artística. Etambém que foi a obra que alçou definitivamente o barbudão Alan Moore ao posto de gênio fundamental da nona arte.
Na minha opinião um dos mais legais até agora. E provavelmente um dos últimos antes da estréia mundial confirmada para 18 de julho.
Batman – O Cavaleiro das Trevas promete ser o filme nerd do ano.
E tenho dito.
Ansiedade nerd suprema. Que chegue logo dia 18.
Via Omelete.
Esse vídeo apresenta a nova tecnologia desenvolvida pela , bem a moda Star Wars: a telepresença baseada em holograma.
Tecnologia essa que pode elevar as vídeo-conferências a outro patamar, de fato encurtando as distâncias e integrando muito melhor as equipes que trabalham remotamente. Ou então tornar as pessoas ainda mais preguiçosas, isoladas e anti-sociais pessoalmente (mas isso é papo pra outro post).
Assustador o avanço das telecomunicações nos últimos anos.
Eu jurava que iria demorar bem mais para ver algo do tipo.
Que a força esteja com vocês.
E se Matt Groening, o criador dos Simpsons e de Futurama, desenhasse a turma de Fry à moda Hellboy?
A inusitada combinação aconteceu de verdade no último fim
de semana, quando Groening assinou um desenho durante o
Free Comic Book Day nos EUA.
Eu acho Futurama um dos melhores desenhos de todos os tempos. E o Hellboy um dos personagens mais bacanas. Sensacional esse mash up.
ps: Matt Groening é gênio!
via: Omelete
Tradicional fabricante de tablets para desenhos digitais,
a Wacom acaba de revelar planos de lançar “uma grande inovação em tecnologia capacitiva touch-screen” durante a próxima International Society for Information Display Exhibition, no próximo mês. Chamada Reversing Ramped Field Capacitive (RRFC), a tecnologia depende de “campos eletrostáticos inversamente inclinados”, possibilitando uma precisão sem precedentes e uma “performance sem escorregões” para usuários de produtos touch-screen.
Confesso que to bem curioso pra ver essa tecnologia aplicada.
Boto muita fé em tudo que a Wacom produz (tenho uma Intuos 3 e não vivo sem); sem dúvida é umas empresas que mais prezam e respeitam seus consumidores. Coisa rara hoje em dia.
via: BLOG.MACMAGAZINE
Por mais geek que seja, ainda conservo um certo romantismo com os métodos analógicos. Quase na porta dos “inta”, é inevitável lembrar que antes dessa parafernália toda de iPods e similares, antes dos famigerados e perecíveis CD’S, uma das demonstrações mais bacanas de carinho era gravar uma fita K7 para alguém.
Era uma satisfação incrível poder fazer uma coletânea de músicas novas para um amigo, e podia acabar muito bem se fizesse a seleção certa para “aquela garota” que você dava mole. Além de todo trabalho artesanal que dava (só quem gravava fitas sabe como diabos era trabalhoso).
Foi aí que vi o Mixwit, um serviço bem bacana que nos dá um gostinho das velhas fitas magnéticas nesse novo mundo de USB, MP3, DRM e todas essas siglas chatas. Faça a sua e compartilhe com os amigos. Ou então arrisque, e mande uma para “aquela garota”. Ainda tá em tempo.
Resolvi que a partir de agora, vou gravar um K7 por mês para o Blogowisk, com coisas novas e outras que sempre ouço por aqui. Espero que gostem.
Vi primeiro no Tiago Dória, e na sequência no Gui Leite.
Ambos altamente recomendados.
Conheça mais sobre o Kent Williams, esse monstro da ilustração, que ficou conhecido pela mini-série Meltdown (com o bucha do Havoc e o onipresente Wolverine) que fez pra Marvel nos idos anos 80.
Quando crescer quero usar texturas tão bem quanto ele. Absurdo.
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