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Faltando um ano para estréia de Watchmen (o provável filme nerd mais aguardado, menos pelo Alan Moore), o competente diretor Zack Snyder (300 de Esparta) resolveu presentear os fanboys com as primeiras fotos dos personagens na adaptação desse clássico obrigatório dos quadrinhos.
Muito nego já tá choramingando (nerds adoram reclamar), mas eu achei bem consistente a direção visual conferida aos figurinos/personagens.
O Roscharch (foto), talvez por ser o mais fácil de transpor, está perfeito, diria até assustador. O Ozymandias tá ridículo, mas ele também era nos quadrinhos. Ele sempre teve essa aura meio Clovis Bornay, e acho até que um personagem narcisista como ele pede algo mais nessa linha. Os demais não fedem nem cheiram, e acredito que esse punhado de fotos é muto pouco pra dizer se vai ser bom de fato, ou não. E confesso estar preocupado muito mais com a adaptação do roteiro, essa sim primordial.
Eu tenho fé no Zack Snyder, e acho que ele pode surpreender até o mais xiita dos fanboys com esse filme. To pagando pra ver.
Vi no Melhores do Mundo.
O que aconteceria se o mestre-supremo-grande-fodão Saul Bass tivesse feito a abertura do Star Wars?
Essa homenagem ao mestre foi feita por um estudante de videografismo pra um trabalho de graduação, usando e abusando do estilo retrô (inclusive do tema musical jazzy) e tomando emprestado toda a estética característica desse ícone do design.
Para os desavisados, Saul Bass (Nova York, *1920 – †1996) foi um dos melhores artistas gráficos (cineasta, designer e diretor de arte) de todos os tempos.
E de longe, o meu favorito.
Ele ousou ser multimídia em uma época que nem sabiam o que era isso: fez capas de livros, pôsteres, ilustrava, e principalmente foi o melhor no que o consagrou: suas vinhetas (mais conhecidas como aberturas) para cinema. Na minha humilde opinião, ele é simplesmente o pai do videografismo conceitual.
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Seus trabalhos mais famosos foram pôsteres e vinhetas pros filmes de mestres do calibre de Alfred Hitchcock, Otto Preminger, Martin Scorcese e Stanley Kubrick. Também fez cartazes para musicais da Broadway (como o belíssimo do West Side History), festas do Oscar e afins. Pouco tempo atrás descobri até um livro infantil genialmente desenhado por ele. Isso sem contar as marcas famosas que ele desenvolveu, como Quaker, Bell, Warner (antes de se tornar Time Warner), United Airlines, Minolta e AT&T, entre outras.
O que elevou Saul Bass ao status de um semideus, e cravou seu trabalho como referência do bom desenho foi um fator primal do design, que hoje é muito colocado a segundo plano: a SIMPLICIDADE.
Nada de firulinhas, seu trabalho era embasado no conceito, sendo essencialmente comunicativo e ousado. Primava pelo espaço branco arejado e fluído, com uma linha de leitura milimetricamente projetada a serviço da informação. Seu traço e estilo peculiares, aliados a suas experimentações tipográficas, tornaram seu trabalho único e inconfundível.
Abaixo, um trabalho que é um dos meus favoritos: a vinheta dele para o filme “The Man With the Golden Arm”, de Otto Preminger.
Quando crescer quero ser igual a ele. E tenho dito.
Descobri a vinheta no (essencial) Drawn!. Outros trabalhos dele nessa retrospectiva bacana feita por Eric Laing. E para saber mais sobre o artista, é so visitar a página dele do Design Museum.
Mais do que recomendado.
Vai muito bem obrigado
Lançamos em Janeiro a versão 1.0.1, com várias correções para resolver alguns problemas relatados por usuários ativos. Além disso, uma grande novidade: zeramos nosso banco de dados de usuários trial. Ou seja, se você testou alguma versão anterior e ela expirou, agorá terá a oportunidade de experimentar o aplicativo mais uma vez. Resolvemos tomar essa iniciativa após concluírmos que era injusto da nossa parte pra com os que testaram as versões anteriores (não tão estáveis quanto gostaríamos), e que com a licença expirada não tiveram a oportunidade de conhecer todo o potencial do aplicativo.
Aproveitando o embalo, resolvemos extender também o período de trial: a partir de agora serão 21 dias para testar o Blogo, sem nenhum tipo de limitação.
Na segunda quinzena de março vamos lançar uma nova versão, o Blogo 1.1. E com grandes novidades: o aplicativo agora dá suporte ao Twitter (nunca foi tão prático postar por lá), e também à Windows Live Spaces. Estamos implementando também as opções blockquote e listas na formatação de textos, funções muito solicitadas pelos usuários. Há também uma nova opção nas preferências, que agora permite alternar o skin para uma versão black (pensando nos que acham a interface atual muito “candy“). Também fizemos toda uma revisão na interface, tornando-a ainda mais ergonômica e fácil de usar, além de otimizarmos o espaço útil no editor webkit.
No mais, estamos recebendo uma resposta muito positiva da comunidade, o que nos deixa cada vez mais entusiasmados com o projeto. E nos dá muita satisfação ver o quanto o Blogo está evoluindo, e aqui na Brainjuice não vemos a hora de compartilharmos tudo isso com os amigos blogueiros.
A repercussão foi e tem sido ótima nesse tempo que estive ausente por aqui, tanto que resolvi fazer uma lista com tudo que aconteceu nesse período:
• A cereja do bolo: O Blogo consta na lista de “staff pick”na página de dowloads da Apple, na seção de Internet Utilities. Que literalmente, é a lista de aplicativos que o staff da Apple está usando regularmente em Cupertino. Deveras animador, eu diria.
• O Blogo ganhou uma matéria de página inteira na revista MAC+ (foto por Daniel Chiacos), a revista que é referência do universo Apple aqui no Brasil. E a avaliação do aplicativo não foi nada menos do que ótima, ficamos realmente lisonjeados. Um grande abraço pro Sérgio Miranda e todo o staff da revista, que acreditaram no nosso trabalho.
• Ganhamos um artigo no (sensacional) Gui Leite , um dos bloqueiros Mac pioneiros no Brasil, que por sinal tem usado o Blogo para alimentar seu blog desde então. Massa!
•Estivemos presentes também no blog do (ótimo) BernaBauer, que também abraçou a causa Blogo, e reza a lenda, não abre mão de usá-lo para manter atualizados os seus blogs.
• E mais legal: ambos (Berna e Gui) vestiram a camisa, e espontaneamente colocaram nosso badge em lugar de destaque nos seus respectivos weblogs. Isso além de toda a paciência, os bugs reportados, as dicas e tudo mais. Agradecemos a força que vocês estão nos dando!
• O Blogo ganhou um review excepcional do site MINDFUL INK.
O trecho mais legal:
“Blogo (Shareware, $25) was something new for the Mac – it was a very simple, very clean blog writing client. Certainly, it"s UI was one of the nicest and most unique I"ve seen.
Blogo works with all the major blogging suites, and setting it up couldn"t be easier.”
• Fomos citados como uma das duas melhores opções para manter um blog usando Mac, pelo site Mac360 (em inglês).
• Foi publicado um extenso e ótimo review do Blogo no blog do Ted Winder ( muito bacana por sinal), um fotógrafo inglês mac user, que já nos deixou super entusiasmados com o título do seu review:
“Blogo:
The Desktop Blogging App We"ve All Been Waiting For”.
Nós da Brainjuice estamos muito orgulhosos de tudo que está acontecendo, e mais motivados do que nunca pra tornar o Blogo a melhor solução em blogging na plataforma Apple.
Em breve mais novidades.
“Pensar Enlouquece, Pense Nisso”, do ilustre Alexandre Inagaki (sou fã confesso). Pra quem não conhece, o referido blog é considerado um dos melhores do país. E nem sou eu que estou dizendo não.
O “PEPN” (foi mal Inagaki, acabei de inventar uma sigla pro seu blog) foi eleito o melhor blog individual e melhor blog de 2007 no Best Blogs Brasil,além de consagrado mundialmente como melhor blog de lingua portuguesa noThe BOBS – The Best of Blogs. Eu não poderia estar mais lisonjeado.
E nem preciso dizer que o blog dele é mais que recomendado. Ainda acredito no bom senso.
Ah! Obrigado de novo Inagaki!
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Eu, nerd confesso, sou mais um fã de Toy Art (aqueles malditos brinquedinhos sensacionais com o poder de deixar você mais pobre). Até aí sem muitas novidades. Mas admito que o trabalho do japonês Takeji Nakagawa, mais conhecido como Take-G, me impressionou.
O artista inovou,
usando madeira e todo um processo artesanal para esculpir suas peças. Ele usa uma técnica tradicional Japonesa, a Yosegi-Mokuzougan, utilizando diferentes tipos de madeira para simular as texturas desejadas.
O cuidado com a matéria prima, aliado ao excepcional Character Design, torna esses robozinhos de madeira um sonho de consumo geek.
Você pode comprar (ou assim como eu, só passar vontade) diretamente com o artista através do site Take-G Toys. As peças variam de US$50 as pequenas até US$ 6.000 (!) pelas maiores.
Eu quero esse da foto acima. Uma boa dica pra quem quiser me dar um presente. Eu juro que ia ficar lindo na minha estante.
Atrasou um pouco, foi sofrido, mais saiu.
Disponível a partir de agora o Blogo 1.0.1. E com boas novas!
Conseguimos resolver a instabilidade em algumas versões específicas do OSX, bem como os bugs mais críticos. Aliás, aproveito para agradecer todo o feedback que estamos recebendo, bem como a paciência com os problemas encontrados. Estamos trabalhando freneticamente para que o Blogo seja uma solução efetiva para quem quiser blogar usando Mac, e quando conseguirmos será, em muito, graças a todos os blogueiros que estão nos ajudando.
No mais, a nova versão tem pequenos ajustes na interface, todas visando a simplificar ainda mais o uso, e deixá-lo ainda mais intuitivo. A aba de “pings”, por exemplo, ficou mais responsiva e fácil de administrar, agora funcionando “redondinho” (agilizou minha minha vida). Implementamos uma tela inicial (Get Started), cuja proposta é ajudar na escolha do serviço ideal para quem ainda não possui um blog. Também nos preocupamos em deixar algumas ações do aplicativo mais claras, alterando alguns texto e botões. Entre muitos outros detalhes.
A aba “pings”
nas preferências:
agilizando a vida.
Mas a melhor novidade pra mim foi mesmo com relação a postar imagens: além da facilidade de apenas arrastar e ajustar para publicar, foram adicionadas ao editor de imagens algumas opções de link. Agora você pode optar por linkar a imagem com a sua versão full (o que é default), ou escolher o link da sua preferência (um case muito comum). Pode ainda optar por não linkar nada e ter apenas uma imagem estática, sem nenhum link. Isso abriu novas possibilidades de uso, e também facilitou a vida do povo que foge de HTML como quem corre do capeta (eu! eu!).
Agora a edição de imagens também oferece opcão para diferentes tipos de link.
Para quem já está usando o Blogo, basta ir até a aba “update” nas preferências, e checar por uma nova versão, para baixar/instalar diretamente pelo software (é muito rápido). Para quem não tem mas quer experimentar, basta ir até o nosso hotsite para baixar a nova versão.
Você pode testar gratuitamente por 15 dias sem nenhuma limitação
Longa vida ao coelho-azul-mais-geek-de-todos!
Essa atividade urbana não muito convencional (mas cada vez comum) nasceu na França nos anos 90, e popularizou-se de forma quase viral nos últimos anos graças a internet. O Le Parkour (ou PK para os íntimos/ preguiçosos) é encarado por uns como esporte, e por outros como filosofia. Mas “o que importa é o que interessa” como diz meu irmão: é surreal ver o que os traceurs (adeptos do PK) são capazes de fazer.
Também conhecida como l’art du déplacement (a arte do deslocamento), o “movimento” foi fundado por David Belle, e é inspirada no methode naturelle (método natural de educação física) de Georges Hébert, metodologia que foi adaptada também para treinamento militar na França. O Parkour foi amplamente difundido pelos traceurs Yamakazi (que no início contavam com os ilustres David Belle e Sébastien Foucan), grupo esse que já fez vários espetáculos pela Europa, chegando até a participar do Cirque du Soleill. Além disso, essa trupe recentemente protagonizou um filme do sumido (pelo menos na cadeira de diretor) Luc Besson.
Basicamente, o Le Parkour consiste em ir do ponto A ao B de forma mais rápida e eficiente usando somente as capacidades do corpo humano, levando em conta a minimização do desgaste e de qualquer dano físico. Alguns categorizam inclusive como uma “arte de fuga” tamanha a destreza e rapidez de seus entusiastas transpondo os obstáculos mais improváveis nas metrópoles pelo mundo todo. Nada escapa desse povo: muros, grades, paredes, monumentos e até prédios(!). Tudo isso é um grande Playcenter para seus praticantes.
É surreal a coragem e a plasticidade que podemos acompanhar em vários vídeos no SeuTubo. E não demora muito, acredito eu, ao vivo quando estiver de bobeira pela sua cidade. Afinal, nós já temos até Associação Brasileira de Le Parkour…
Na boa: Esses caras são totalmente malucos. No melhor sentido da palavra. Porque até eu, se fosse menos todo-fodido, ia querer brincar disso também. Alguém disposto a me dar uma coluna nova de natal?
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