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Uma das melhores coisas que vi na web brasileira se falando em hotsite institucional. Além de um design de personagens inspirado, a direção estética foi aplicada na medida, sem em nenhum momento esquecer o quesito usabilidade. E os minigames foram muito bem executados, sempre estimulando a fluidez do hotsite.
Não sei quem fez, mas gostaria muito de saber. Muito bacana mesmo.
* valeu Carol, o título não está mais ridículo.
E agora tem link também.
Conheça mais sobre o Kent Williams, esse monstro da ilustração, que ficou conhecido pela mini-série Meltdown (com o bucha do Havoc e o onipresente Wolverine) que fez pra Marvel nos idos anos 80.
Quando crescer quero usar texturas tão bem quanto ele. Absurdo.
O que aconteceria se o mestre-supremo-grande-fodão Saul Bass tivesse feito a abertura do Star Wars?
Essa homenagem ao mestre foi feita por um estudante de videografismo pra um trabalho de graduação, usando e abusando do estilo retrô (inclusive do tema musical jazzy) e tomando emprestado toda a estética característica desse ícone do design.
Para os desavisados, Saul Bass (Nova York, *1920 – †1996) foi um dos melhores artistas gráficos (cineasta, designer e diretor de arte) de todos os tempos.
E de longe, o meu favorito.
Ele ousou ser multimídia em uma época que nem sabiam o que era isso: fez capas de livros, pôsteres, ilustrava, e principalmente foi o melhor no que o consagrou: suas vinhetas (mais conhecidas como aberturas) para cinema. Na minha humilde opinião, ele é simplesmente o pai do videografismo conceitual.
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Seus trabalhos mais famosos foram pôsteres e vinhetas pros filmes de mestres do calibre de Alfred Hitchcock, Otto Preminger, Martin Scorcese e Stanley Kubrick. Também fez cartazes para musicais da Broadway (como o belíssimo do West Side History), festas do Oscar e afins. Pouco tempo atrás descobri até um livro infantil genialmente desenhado por ele. Isso sem contar as marcas famosas que ele desenvolveu, como Quaker, Bell, Warner (antes de se tornar Time Warner), United Airlines, Minolta e AT&T, entre outras.
O que elevou Saul Bass ao status de um semideus, e cravou seu trabalho como referência do bom desenho foi um fator primal do design, que hoje é muito colocado a segundo plano: a SIMPLICIDADE.
Nada de firulinhas, seu trabalho era embasado no conceito, sendo essencialmente comunicativo e ousado. Primava pelo espaço branco arejado e fluído, com uma linha de leitura milimetricamente projetada a serviço da informação. Seu traço e estilo peculiares, aliados a suas experimentações tipográficas, tornaram seu trabalho único e inconfundível.
Abaixo, um trabalho que é um dos meus favoritos: a vinheta dele para o filme “The Man With the Golden Arm”, de Otto Preminger.
Quando crescer quero ser igual a ele. E tenho dito.
Descobri a vinheta no (essencial) Drawn!. Outros trabalhos dele nessa retrospectiva bacana feita por Eric Laing. E para saber mais sobre o artista, é so visitar a página dele do Design Museum.
Mais do que recomendado.
Rabisco pra soltar a mão, um suposto auto-retrato. Tablet de volta, curtindo muito o saudoso brinquedinho. E deveras estimulado a rabiscar e estudar muito em 2008.
No mais, testando o Painter 10, que por incrível que pareça, mesmo no Mac Pro ainda roda bem lento dependendo dos pincéis e materiais que você escolher.
Bizarro.
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Eu, nerd confesso, sou mais um fã de Toy Art (aqueles malditos brinquedinhos sensacionais com o poder de deixar você mais pobre). Até aí sem muitas novidades. Mas admito que o trabalho do japonês Takeji Nakagawa, mais conhecido como Take-G, me impressionou.
O artista inovou,
usando madeira e todo um processo artesanal para esculpir suas peças. Ele usa uma técnica tradicional Japonesa, a Yosegi-Mokuzougan, utilizando diferentes tipos de madeira para simular as texturas desejadas.
O cuidado com a matéria prima, aliado ao excepcional Character Design, torna esses robozinhos de madeira um sonho de consumo geek.
Você pode comprar (ou assim como eu, só passar vontade) diretamente com o artista através do site Take-G Toys. As peças variam de US$50 as pequenas até US$ 6.000 (!) pelas maiores.
Eu quero esse da foto acima. Uma boa dica pra quem quiser me dar um presente. Eu juro que ia ficar lindo na minha estante.
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A revista Vanity Fair (que por sinal tem um projeto gráfico muito bom) prestou uma homenagem ao mestre Alfred Hitchcock na última edição. Eles produziram ensaios fotográficos baseados em cenas famosas de diferentes filmes do cineasta, encenados por artistas como Javier Barden, Scarlet Johansson, Naomi Watts, Robert Downey Jr, entre outros.
Muito bem produzidas e de muito bom gosto, as fotos fazem uma homenagem muito bacana à cenas icônicas dos clássicos desse gênio que foi Hitchcock.
Sensacional. Você pode conferir todas as fotos aqui. Minha preferida é a foto acima, com Javier Bardem e Scarlet Johansson encarnando Janela Indiscreta (álias, um remake protagonizado pelos dois seria no mínimo interessante).
Vi no (sempre ótimo) Favoritos.
zZz is Playing: Grip é um a projeto do holandês Roel Wouters (a.k.a Xelor), que simula efeitos típicos de Motion Design (aqui mais conhecido como Videografismo) com ginastas e uma cama elástica. Foi gravado ao vivo (em um único take) no museu Stedelijk (saúde!), e logo depois exibido e incorporado a exposição sem nenhum tipo de edição (você pode ver o making off aqui e aqui).
Idéia genial, execução perfeita e uma trilha sonora (é um Live P.A) fenomenal. Imperdível para os que trabalham com After Effects e procuram uma referência mais orgânica pros seus projetos.
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