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Na minha opinião um dos mais legais até agora. E provavelmente um dos últimos antes da estréia mundial confirmada para 18 de julho.
Batman – O Cavaleiro das Trevas promete ser o filme nerd do ano.
E tenho dito.
Ansiedade nerd suprema. Que chegue logo dia 18.
Via Omelete.
Muito bem desenhado o primeiro pôster do Burn After Reading, o novo filme dos irmãos Cohen, ganhadores do Oscar com “Onde os Fracos não têm vez”, e diretores do inesquecível Big Lebowski, entre outras obras primas.
A tipografia orgânica bem como essa “falsa simplicidade” nas cores e composição remetem aos áureos tempos do mestre Saul Bass, onde as peças transbordavam conceito e originalidade. Old school.
O elenco mais que estrelado tem nomes como Brad Pitt, Tilda Swinton, Frances McDormand (do excepcional Fargo, dos mesmos diretores), George Clooney e John Malkovich. E os Cohen parecem ter voltado a verve do humor negro, que é uma das melhores características do trabalho deles. O filme é inspirado no livro Burn Before Reading: Presidents, CIA Directors, and Secret Intelligence, escrito por um ex diretor da CIA.
Eu aposto que vai ser foda. E você?
O que aconteceria se o mestre-supremo-grande-fodão Saul Bass tivesse feito a abertura do Star Wars?
Essa homenagem ao mestre foi feita por um estudante de videografismo pra um trabalho de graduação, usando e abusando do estilo retrô (inclusive do tema musical jazzy) e tomando emprestado toda a estética característica desse ícone do design.
Para os desavisados, Saul Bass (Nova York, *1920 – †1996) foi um dos melhores artistas gráficos (cineasta, designer e diretor de arte) de todos os tempos.
E de longe, o meu favorito.
Ele ousou ser multimídia em uma época que nem sabiam o que era isso: fez capas de livros, pôsteres, ilustrava, e principalmente foi o melhor no que o consagrou: suas vinhetas (mais conhecidas como aberturas) para cinema. Na minha humilde opinião, ele é simplesmente o pai do videografismo conceitual.
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Seus trabalhos mais famosos foram pôsteres e vinhetas pros filmes de mestres do calibre de Alfred Hitchcock, Otto Preminger, Martin Scorcese e Stanley Kubrick. Também fez cartazes para musicais da Broadway (como o belíssimo do West Side History), festas do Oscar e afins. Pouco tempo atrás descobri até um livro infantil genialmente desenhado por ele. Isso sem contar as marcas famosas que ele desenvolveu, como Quaker, Bell, Warner (antes de se tornar Time Warner), United Airlines, Minolta e AT&T, entre outras.
O que elevou Saul Bass ao status de um semideus, e cravou seu trabalho como referência do bom desenho foi um fator primal do design, que hoje é muito colocado a segundo plano: a SIMPLICIDADE.
Nada de firulinhas, seu trabalho era embasado no conceito, sendo essencialmente comunicativo e ousado. Primava pelo espaço branco arejado e fluído, com uma linha de leitura milimetricamente projetada a serviço da informação. Seu traço e estilo peculiares, aliados a suas experimentações tipográficas, tornaram seu trabalho único e inconfundível.
Abaixo, um trabalho que é um dos meus favoritos: a vinheta dele para o filme “The Man With the Golden Arm”, de Otto Preminger.
Quando crescer quero ser igual a ele. E tenho dito.
Descobri a vinheta no (essencial) Drawn!. Outros trabalhos dele nessa retrospectiva bacana feita por Eric Laing. E para saber mais sobre o artista, é so visitar a página dele do Design Museum.
Mais do que recomendado.

…o pôster da refilmagem de Funny Games (aqui vai sair como Violência Gratuita), que por sinal, é dirigida pelo diretor do original (!) Michael Haneke (do fenomenal Caché).
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